A Mãe

A mãe é sempre a que cuida, a que dá amor, a que dá bronca, a que nina, a que da colo, a que dá peito, a que acalma, a que dá bronca, a que educa, a que mima. Mas quando a mãe grita, implora e clama por socorro, ela é a nervosa, a stressada, a mal humorada, a irritada, a que perde a paciência!!
A mãe que é julgada quando a criança faz birra, quando a criança faz manha, quando a criança esperneia. A mãe que é julgada quando dá um tapinha, quando chama a atenção, ou quando perde toda a paciência e grita com a criança.
Ahh se todo mundo passasse 1 dia na pele da mãe, pra entender a dor e a delícia que é ser mãe.
Por favor, não julguem a mãe, não culpem a mãe, não maltratem a mãe, ela mesma já se auto julga e culpa, não precisa de mais ninguém apontando o dedo e dizendo como ela deve ou não agir em determinadas situações.
Quando ver uma mãe em situação de desespero, angustiada, nervosa, não julgue, não olhe com pena. Olhe com afeto, com solidariedade, com ternura e amor, as vezes nós só precisamos de um olhar de “tamo junto”, mas o que vem são olhos de julgamento, de incompreensão.
Como a mãe é julgada, todo mundo tem uma acusação a fazer contra a mãe, todo mundo tem um palpite em relação a maternidade dela, mas ninguém, ou quase ninguém tem uma palavra de afeto, de carinho, um “calma, tá tudo bem, to com você nessa”.
Só uma mãe entende uma mãe, e as vezes são as próprias mães que julgam outras mães.
Menos julgamento e mais apoio!
ja fui julgada

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